Temporada 2020 dedicada à justiça social

Na última segunda-feira (06), a WNBA e WNBPA anunciaram mais detalhes da plataforma citada no planejamento da temporada 2020. A criação do The Justice Movement tem como intuito apoiar e fortalecer o alcance e o impacto da liga e das equipes em questões de justiça social. 

Já conhece o canal do Área Restritiva no Youtube? Clique e se inscreva!

A plataforma The Justice Movement debaterá ao longo da temporada os seguintes temas: LGBTQ+, direitos de voto, racismo, posse de armas, e outros assuntos socialmente considerados importantes. 

Na temporada 2020, programada para o próximo dia 24, na IMG Academy em Bradenton, Flórida. As jogadoras vestirão uniformes especiais para buscar justiça para mulheres, como Sandra Bland, Breonna Taylor e Vanessa Guillen. Vítimas esquecidas da violência racial e brutalidade policial nos EUA.

As jogadoras também usarão camisas de aquecimento que dizem Black Lives Matter na frente e Say Her Name na parte de trás. Como na NBA, Black Lives Matter será destaque nas quadras da IMG.

Com mais de 140 vozes reunidas pela primeira vez, podemos ser uma força poderosa que se conecta a nossas irmãs em todo o país e em outras partes do mundo. E todos podemos reconhecer que o compromisso declarado da liga conosco – neste  temporada e além – oferece um momento crucial na história do esporte ” – disse Nneka Ogwumike, presidente da WNBPA.

Como anunciado pela ESPN, a temporada inaugural do Conselho de Justiça Social trará conversas comunitárias, mesas-redondas e podcasts produzidos pelas atletas para discutir racismo sistêmico, preconceito implícito e desigualdade na sociedade. 

Na foto, Angel McCoughtry, ela está se pronunciando em algum evento. Ela está de óculos escuros com alguém segurando um microfone para ela falar. Angel McCoughtry. WNBA 2020 e a criação do Conselho de Justiça Social - Área Restritiva
A jogadora do Las Vegas Aces, Angel McCoughtry, é a dona da idéia de colocar os nomes nas camisas, idéia que foi adotada pela WNBA. Foto: Logan Riely/AAF/Getty Images

O movimento será liderado pelas jogadoras: Layshia Clarendon, Sydney Colson, Breanna Stewart, Tierra Ruffin-Pratt e A’ja Wilson estão entre as jogadoras que terão papéis de liderança no Conselho.

A co-fundadora do Black Lives Matter Alicia Garza, CEO da Rock the Vote Carolyn DeWitt e fundadora e CEO da Black Girls Rock!  Beverly Bond aconselhará o conselho também. 

A mudança sistêmica não pode acontecer da noite para o dia, mas é nossa responsabilidade compartilhada fazer todo o possível para aumentar a conscientização e promover a justiça que esperamos ver na sociedade“, enfatizou Cathy Engelbert, comissária da WNBA

As jogadoras da WNBA enaltece que a temporada 2020 lutará pela desigualdade social e racial. Inclusive, algumas optaram não participar da temporada para se dedicarem às questões sociais.   

Renee Montgomery, do Atlanta Dream, e Natasha Cloud, do Washington Mystics, são grandes nomes do ativismo da WNBA. Sem esquecer, da estrela do Minnesota Lynx, Maya Moore.

Maya, não jogou a última temporada da WNBA, enquanto defendia a libertação de um homem negro que ela achava ter sido injustamente condenado por roubo.  Jonathan Irons foi libertado na semana passada após 23 anos de prisão.

O Área Restritiva está no YouTube, conheça o nosso canal. Vídeos três vezes por semana.

Fique por dentro do que está acontecendo no Área em nossas redes sociais; marcamos presença no FacebookInstagram e no Twitter. Ah! Também estamos no Catarse, aqui você conhece todo o projeto do Área Restritiva.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.