De dentro para fora do Jogo, uma visão diferente de quem de alguma forma viveu O Basquete.
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  Na foto, um fundo preto e diversas fitas de isolamento com o nome "Quarantine", que seria que seria Quarentena em inglês. Tédio na Quarentena? Vai para a Netflix!

Em razão das recomendações para permanecer em casa, o Área Restritiva separou dicas de filmes, séries e documentários do universo basqueteiro para maratonar durante a quarentena, tudo na Netflix.

O Covid-19 (Coronavírus) tomou o mundo, e essa pandemia chegou ao Brasil. Assim, todo cuidado é pouco para manter a saúde e segurança perante a ameaça do novo coronavírus. Ficar em casa é a principal recomendação de especialistas, quarentena a fim de evitar a rápida e larga propagação . Quanto menos aglomerações e pessoas na rua, menor a chance de contágio.

E os fãs do Basquete estão como?! Sedentos por basquete. Sem a NBA, o basquete Nacional como o NBB e a LBF no momento, tudo isso por conta do Covid-19. Não vai mais ter jogos do NBB nos ginásios, barzinho com amigos para assistir partidas da NBA, aquele rachão com os amigos, e atividades físicas ao ar livre. Todo mundo de quarentena dentro de casa para evitar a proliferação do coronavírus, certo? 

Na foto, um fundo preto e diversas fitas de isolamento com o nome "Quarantine", que seria que seria Quarentena em inglês. Tédio na Quarentena? Vai para a Netflix!
Lembrando que Quarentena não é férias!

E aí, como se livrar do tédio? A Solução é a Netflix

Teremos de entretenimento a TV, o computador e o celular. Parece pouco? Está entediante aí? Calma meus amigos, nem tudo são más notícias. Abaixo, para te ajudar neste tempo de quarentena, o Área Restritiva traz uma lista de filmes, séries e documentários disponíveis para serem assistidos em casa pela  Netflix:

Coach Carter: Treino para a vida  (2005) 

Como um bom basqueteiro acredito que tenha assistido o filme do Coach Carter, certo?! Quem assistiu se surpreendeu com as lições de liderança. Caso a resposta seja não, assista agora!

O número 1 da lista, traz uma bela narrativa sobre um treinador que prioriza o desempenho acadêmico e cria polêmica entre os estudantes esportistas.

No estilo tocante, sincero, cativante, inspirador e muito motivacional o longa baseado em fatos reais, conta a história de Ken Carter, interpretado por Samuel L. Jackson, que aceita ser o técnico de basquete de sua antiga escola, onde conseguiu grandes recordes e que fica em uma área pobre da cidade. 

Durante o filme, verá vários pontos de vista, que trata de questões delicadas como a desigualdade social, sistema de ensino precário, drogas e violência. E o poder de uma liderança transformadora e uma verdadeira aula de resiliência, comprometimento e coragem.

O ambiente que ele encontra está totalmente desgastado, com alunos ruins no esporte. Onde veem o jogo de basquete como mais importante que as notas ou a frequência escolar. Ele impõe novas regras para mudar todas a situação e mesmo diante da resistência dos alunos, consegue criar com um tempo um bom time e mudar a vida de muitos alunos largados pela família, e ignorados pelos demais professores. 

Um dos melhores filmes de basquete na Netflix, Carter estabelece “contratos” para que seus jogadores sejam mais do que apenas atletas, mas sim, homens. Não é só  basquete, o filme mostra o lado humano de alguém que tenta passar ensinamentos da vida real. 

Para surpresa de muitos, e por meio de muita rigidez e disciplina, ele faz com que a equipe vença diversos campeonatos e alcance vários recordes. Além de treinar os jovens para o jogo, ele os treina para a vida, que nem sempre será fácil. Técnicos (as) de plantão, esse filme é para vocês: mais que um treinador, seja um líder que inspira e estimula sua equipe a querer mais e ir além.

Título original: Coach Carter
Género: Drama Biográfico
Duração: 2h16min
Direção: Thomas Carter
Atores: Samuel L. Jackson, Rob Brown, Robert Ri’chard

One In A Billion (2016)

Satnam Singh Bhamara, simplesmente o primeiro atleta indiano a ser draftado na vigésima primeira escolha da segunda rodada do Draft 2015 da NBA, pela equipe do Dallas Mavericks. 

Mas, muitos não sabem a trajetória desse acontecimento. Você sabe como Satnam chegou  a NBA?! 

O documentário One in a Billion está disponível na Netflix para saciar sua curiosidade. O filme consiste  nos bastidores que cerca o atleta, uma história de dedicação e apoio familiar. Sua vida era estudar e isso era muito incentivado pelos pais e ajudar nas tarefas de casa e da fazenda. Tinha tudo pra continuar vivendo na zona rural, trabalhando na fazenda da família. 

A parte engraçada e surreal da narrativa, passa no desconhecimento do atleta sobre o basquetebol. No começo, acreditava que o jogo que praticava era vôlei, passou a desenvolver seu jogo e recebeu uma bolsa de estudos para se aprimorar nos Estados Unidos.

Onde morava o basquete não possuía tradição, com uma liga bem amadora. O indiano atraiu a atenção da mídia desde seus 14 anos de idade, e a sua carreira na IMG ajudou a colocá-lo no radar para as equipes da NBA. Pelas inúmeras dúvida, ao realizar a viagem do jogador para os Estados Unidos, se ele teria vaga no Draft ou não, sua história já havia ficado marcada. 

Inclusão é algo muito debatido no documentário, já que Satnam tinha severos problemas de aprendizado, pela mínima educação curricular na Índia e por viver isolado. Nos seus primeiros anos no EUA, dedicação total na língua inglesa, passando a falar de forma fluente com a timidez ainda presente. Sua dificuldade na aprendizagem, dificultou o ingresso na universidade, a opção foi a profissionalização aos 19 anos, assim como a legibilidade para o Draft 2015.

Certos momentos o lado comercial ganha força no documentário, em depoimentos revelados de Adam Silver, comissário da NBA, Mark Cuban, presidente da franquia Dallas Mavericks, entre outros. O interesse da NBA pelo sucesso de Satnam era muito voltado por uma possível abertura do mercado indiano para a liga.

A obra de história profunda e cheia de reviravoltas, trabalha com a esperança e como uma única pessoa consegue carregar a esperança de uma nação. A famosa expressão do filósofo Esopo resume muito bem o documentário: a união faz a força.

Título Original: One In A Billion
Gênero: Documentário
Duração: 1h9m
Direção: Roman Gackowski

IVERSON (2014)

“The Answer”, o jogador mais baixo e mais leve a ficar com o prêmio de MVP da temporada lhes apresenta o seu documentário: IVERSON. Se você conhece basquetebol, mas não sabe quem é o Allen Iverson, na quarentena é a oportunidade de conhecer a história de um dos mais influentes jogadores da última década

O documentário começa em uma quadra, cheia de crianças, com o câmera perguntando para elas: Quem é Allen Iverson?! As mesmas discutem um pouco de quem ele é, de suas origens e como foi sua trajetória profissional, falando da época universitária, na NBA e um pouco sobre sua passagem na Europa. Nas seguintes cenas aparece o jogador anunciando sua aposentadoria, na Filadélfia, em Outubro de 2013, e segundo as falas do próprio documentário, ele era o mais popular jogador da China (precisamos citar a China, Sorry!) pós Michael Jordan.

Basicamente, o documentário dedica a discutir quem ele era em quadra e fora de quadra, e o legado que deixou pós aposentadoria, em momento algum seu basquete é discutido, mas sim sua relação com o esporte e os fatores extra-quadra. O impacto do atleta é inegável, impactou a liga, impactou o jogo, impactou a imprensa e conseguiu trazer mais mídia para a NBA e para o basquete em geral, o que foi muito importante para o crescimento da NBA e propagação do basquete para outros lugares.

Ao som da trilha sentimental que manipula as emoções do espectador. Por um longo tempo, o filme explora a primeira prisão dele e o julgamento em corte que quase inviabilizou sua carreira. No meu ponto de vista, trecho que poderia facilmente ser encurtado para uma pequena parte. Apresentação de sua origem humilde e a falta que fez o pai tê-lo abandonado, pesa na produção trazendo você mais perto da história de Iverson. O documentário conta com inúmeros depoimentos de amigos, parentes, ex-treinadores e, do próprio Allen Iverson, que vitaliza a biografia.

Toda a realidade muito pobre e rodeada de drogas e criminalidade, a infância e adolescência de Bubba-Chuck  após 40 minutos de filme ganha cor na sua chegada a liga norte-americana, NBA. Visto como bad boy da NBA, o estilo de Iverson conectado ao hip hop causou inúmeras repercussões na Liga. Na época jogadores com tranças no cabelo, tatuagens, etc., eram muito raros na NBA. A realidade é que ele abriu a possibilidade para muitos jogadores semelhantes a ele.

O maior legado do armador, além  do jogo diferenciado e obviamente sua habilidade de gingar e trazer qualquer adversário para sua dança, no estilo Thug Life e a mentalidade do movimento Hip Hop que trazia para  os holofotes da NBA. Michael Jordan é considerado um dos maiores defensores de todos os tempos da NBA, e Allen Ezail Iverson chamou o Jordan pra dançar, dando um ”Crossover ” marcante na lenda, uma das melhores partes do documentário. 

Bom, paro por aqui e te convido a assistir o documentário. Da pobreza a sua má compreensão por parte da mídia, de alguns setores do público e dos dirigentes pela ótica de Iverson, que  não precisou arrebatar um anel de campeão para atestar o seu valor

Título original: Iverson
Género: Documentário
Duração: 1h 28min
Realização: Zatella Beatty

 Netflix: O céu é o limite (2019)

Neste filme gravado pelas lentes de um  IPhone 7 o basquete fica em segundo plano. Os meandros empresariais e financeiros que habitualmente relegam a modalidade ganham novos protagonistas:. o relacionamento atleta, agente e o sindicato dos jogadores.

O desenrolar da história ocorre em plena crise da liga profissional de basquete. Girando em torno de Ray Burke (André Holland), um agente desportivo em decadência. No meio da briga entre sindicato e jogadores, o agente enxerga o  lockout da liga como uma oportunidade de negócio e de se reinventar, salvando a sua situação difícil. 

Se prepare, pois o lado obscuro do basquete adquire voz nas negociações concentradas de protagonistas e prioridades. Entre jogos de bastidores e treinos, falcatruas, peripécias estratégias e golpes ganham força. Não vemos os atletas apresentados em quadra, o jogo e disputa ocorre fora da quadra.

Ray planeja em 72 horas executar um plano ousado para salvar a si, um giro de 360 graus na trama. O jogo se resume em cada um querendo mais poder que o outro, mesmo que não o admitam. É ganhar ou sair do jogo. E nos leva às perguntas: quem controla o jogo e quem deveria controlar?! 

Sabe responder essa pergunta?! Uma dica, assista O Céu é o limite e tire suas próprias conclusões.

Título original: High Flying Bird
Género: Drama
Duração: 1h 30min
Realização: Steven Soderbergh
Atores: André Holland, Melvin Gregg, Eddie Tavares

 #Rucker50 – Gigantes do basquete  (2016)

Este belíssimo documentário celebra os 50 anos do programa desportivo de Harlem que inspirou inúmeros jovens da cidade a tornarem-se jogadores profissionais de basquete. O documentário reúne falas de lideranças locais de ontem e de hoje, e passa obviamente pelo assunto do basquete como fator de inclusão social de jovens negros através da quadra em Nova York, que virou referência no Basquetebol dos Estados Unidos.

De cunho social diferenciado, o filme mostra o local efervescente desde cedo, sendo pioneiro na construção da mentalidade e identidade do negro estadunidense, fruto da localidade do Rucker Park, a quadra de basquete localizada no Harlem, batizada assim por conta de Holcombe Rucker, um jogador valente que perdeu a luta contra o câncer e morreu cedo demais.

Tem ideia de quem passou por essa quadra?! Não? Ok, segue o seleto grupo: Kareem Abdul-Jabbar, Kobe Bryant, Rafer Alston, Kenny Anderson, Nate Archibald, Metta World Peace, Sylvester Blye, Wilt Chamberlain, Julius “Dr. J” Erving, Stephon Marbury, Jamal Mashburn, Earl Monroe, Chris Mullin, Satch Sanders, Lance Stephenson, Sebastian Telfair, Jamaal Tinsley, Connie Hawkins, Kyrie Irving, Jumpin Jackie Jackson, Pee Wee Kirkland, Earl Manigault, Charlie Scott, 

O documentário traz uma boa introdução à assuntos como hip hop, o rap  e o basquete se misturam na história do Harlem. Para leigos das culturas dentro do universo de Nova York traz, o fortalecimento da ideia de comunidade e do poder e exemplo da comunidade negra americana, respeitando as demais origens afro-descendentes.  Certas partes, o filme chega a emocionar, muito por conta dos depoimentos emocionantes dos entrevistados que completa a obra.

Deu vontade de jogar no Rucker Park?! Eu sei, mas estamos em quarentena lembra?! O incrível desse documentário é o poder de transformação de uma comunidade pelo esporte. E você precisa assistir este documentário incrível disponível na Netflix e, vencedor do festival popular de cinema do Harlem, em 2016.

Título original: #Rucker50
Género: Documentário
Duração: 56min
Realização: Robert McCullough Jr.

Netflix: Amador (2018)

Ao ser recrutado para uma escola preparatória de elite, um fenômeno do basquete de apenas 14 anos se depara com o ambiente corrupto e ganancioso do esporte amador. Terron Forte (Michael Rainey Jr), apaixonado pelo basquete sofre de dislexia que o impede de interpretar números e distinguir direita e esquerda. Além disso, sua família passa por dificuldades financeiras, impedindo que o garoto tenha acesso a melhores recursos.

A história aguça um novo olhar para os problemas à nossa volta, nos faz enxergar que as pessoas não são boas em tudo como Terron, que é um ótimo atleta mas um péssimo aluno.  Também tem o lado crítico ao esporte norte-americano quando um colega de Terron diz “Nós jogamos para as marcas e nada mais.”.

O filme Amador rege sua história de forma simples e realista. Um tanto comum também, mais um filme sobre um garoto pobre, que deseja subir na vida pelo esporte e passa por muitas dificuldades para isso, mas não é só isso. Temos como lições, olhar de uma forma diferente para o outro, e também à nos esforçarmos para superar nossos problemas e dificuldades. 

É apesar da história fictícia, alguns pontos presentes no longa são reais. Neste sentido, funcionam como uma espécie de crítica ao sistema norte-americano. Embora o EUA tenha leis em sua constituição que protegem os jogadores de uma profissionalização precoce, mas sempre há “brechas” que burlam o sistema. E meninos como Terron, de origem humilde e o grande sonho da NBA, se tornam presas fáceis.

Amador é um filme que vale muito à pena assistir, então corre para o streaming. 

Título original: Amateur
Género: Drama
Duração: 1h 36min
Realização: Ryan Koo
Atores: Michael Rainey Jr., Josh Charles, Brian White

Nada de Bandeja (2019) 

Em tempos de escassez de jogos, deparamos com a comunidade do basquete rendidos ao grande irmão, Big Brother Brasil, para os chegados BBB. Mas, você sabia que na Netflix está disponível um reality show de basquete?! 

Vamos lá, o reality da bola laranja se passa no território dos Estados Unidos de Chinle, no Arizona. Os protagonistas o time de basquete da escola, os Chinle Wildcasts, encara a missão de vencer o campeonato do Arizona e dar alegria a comunidade.

Recebem o treinador Raul Mendoza, multi campeão nas categorias infantis e juvenis cujos resultados são inegavelmente positivos, auxiliado por Kareem Abdul Jabbar quando o mesmo pensou em se tornar técnico, no passado. Os navajos, possuem a cultura de jogar Rezball, estilo que favorece a velocidade e facilita o jogo dos atletas de estatura média bem baixa. 

O foco, não é nem uma carreira longa no basquete. Os jovens da cidade pequena, vêem na modalidade a chance de jogar basquete na universidade para conseguir um diploma de sua preferência e, então, retornar à Chinle para melhorar a situação da cidade e de suas famílias.

A série de uma temporada agrada a todos, com o intuito de mostrar as histórias de vida e sonhos dos jovens de Chinle, além de um pouco do cotidiano do lugar e,  a importância da representatividade indígena nos esportes e entretenimento norte-americano.

Ficou curioso?! Não perca tempo, abre a Netlflix.

Título original: Basketball or nothing
Gênero: Documentário
Realização: Todd Donnelly, Joseph Witthohn e Notah Begay III
Número de episódios: 6
Duração por episódio:  cerca de 35 minutos

Q Ball – Quadra Livre (2019) 

Chegou mais um documentário sobre basquete no nosso streaming favorito!

No último 11 de março, estreou na Netlflix Q Ball, traduzindo Quadra Livre. O documentário nos traz uma coleção de testemunhos chocantes  quanto esperançosos, de homens condenados por crimes de várias magnitudes e que cumprem sentenças na prisão de San Quentin, EUA.

Por meio do caso do San Quentin Warriors, um programa apoiado pela equipe profissional da NBA, o Golden State Warriors, o longa reafirma a importância do esporte não apenas como uma possibilidade, viável, para a reabilitação e até reintegração de criminosos condenados na sociedade, mas como um fator essencial na prevenção da comunidade.

O caminho pedregoso para a reabilitação se mostra  o objetivo do jogo neste documentário inspirador e revelador. O foco de Q Ball está em homens determinados lutando permanentemente com a gravidade de seus crimes e buscando a redenção. E acredite se quiser, em alguns momentos estará torcendo por esses presidiários.

Q Ball está quentinho para estrear na sua TV ou celular. Lembrando que a atual estrela do Brooklyn Nets, Kevin Durant atua como produtor executivo do documentário.

Título original: Q Ball
Género: Documentário
Duração: 1h 36 min
Realização: Michael Tolajian

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SOBRE O AUTOR Olá pessoal! Sou a Graziela Cristina, mas podem me chamar de Grazi, estudante de Jornalismo e fascinada pelo Basquete e suas magias! Amo histórias, quero trazer à tona a paixão do torcedor, mostrar quem é o verdadeiro " sexto homem", a torcida. Então, vamos juntos nessa série?! CONHECER TODO TIME
RESENHE COM A GENTE AÍ!

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