Não tem evento, não tem torneio Pro-AM, mas tem treino. Os atletas do Time Streetopia seguem treinando

O Time Streetopia segue treinando mesmo durante o isolamento social imposto para diminuir a curva de propagação do covid-19. Uma ação em parceria com o fisioterapeuta Rafael Garcia, que usa o tempo a favor de seu trabalho.

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Como o mundo todo sabe, a pandemia fez com que todos tivessem suas rotinas mudadas e o impacto do coronavírus na qualidade de vida de todos é algo sem precedentes. Tudo isso não seria diferente na vida dos atletas de Basquete, muitos deles estavam em momentos de planejamento em que a rotina de treinos e jogos era prevista, mas foi abruptamente cortada pela suspensão das competições.

Em um momento que tudo isso jogaria contra a saúde e a carreira dos jogadores, o fisioterapeuta Rafael Garcia viu a oportunidade de utilizar o tempo a favor do trabalho de prevenção de lesões.

“Os atletas estão em diferentes locais do mundo e inseridos em diferentes realidades, eles seguem trabalhando em suas rotinas de treino feitas pelos preparadores físicos e, nesse momento de indefinição sobre o retorno das competições, o tempo é o nosso aliado, porque eu tenho tempo de fazer trabalhos que durante a temporada regular é muito difícil de conseguir tempo”.

O programa de treinamento tem duração de três semanas e o acompanhamento é feito através de vídeos e videoconferência, são os momentos onde o fisioterapeuta avalia e instrui os atletas.

“Eu avalio caso por caso individualmente, para identificar cada deficiência funcional de mobilidade e estabilidade e passo para cada atleta exercícios corretivos. O tempo nesse caso joga a meu favor, porque eu uso esse tempo para fazer a correção dos movimentos para prevenir lesões que possam acontecer no retorno dos jogos”.

Fazem parte desse programa os atletas do Time Streetopia que foi para o Quai 54 e alguns deles atuam no NBB (Shamell Stallworth, Leandrinho, Gui Deodato e Gustavo Basílio), Seleção Brasileira de Basquete 3×3 (Leandro Discreto), Seleção Militar Brasileira de Basquetebol (Alexandre Paranhos), Basquete Francês (JP Batista), Basquete Australiano (Scott Machado), entre outros nomes.

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O Streetopia é uma plataforma de lifestyle que abrange os diversos elementos do universo do basquete. O projeto, criado para os amantes do esporte, tem como proposta fomentar iniciativas inovadoras que possam estimular o crescimento da modalidade no Brasil, ampliar debates e caminhos alternativos na formação de atletas, unir os fãs do esporte e trazer informações para um público carente de fontes de notícias sobre o tema.

“Forma que eles encontraram de apoiar o esporte e manter os atletas fisicamente e mentalmente bem em um momento de tantas indefinições”, afirma Hector Miranda, criador do Streetopia.

Na foto o Time Streetopia, jogadores e comissão técnica posando para foto de frente para a Torre Eiffel. Todos eles de camisa cinza. Streetopia cria programa de treinamento de Basquete - Área Restritiva
Foto: Divulgação/Streetopia.

O Time Streetopia foi o primeiro time da América Latina a participar do Quai 54, o maior torneio Pro-Am de Basquete do Mundo.

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