Knicks: O novo velho futuro de Derrick Rose

Entre altos e baixos, a história de Derrick Rose pode ser reescrita em Nova Iorque, com o reencontro com o Knicks e Tom Thibodeau

Derrick Rose no New York Knicks, essa é aquela matéria que pode se confundir com um texto de 2016. Mas agora em 2021, estamos falando do retorno de Derrick Rose para a Big Apple para reeditar uma que é a maior parceria da NBA, a dupla Rose e Thibs.

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Rose está em sua décima terceira temporada na NBA, divididas em 5 franquias diferentes (Bulls, Knicks, Cavaliers, Timberwolves e Pistons) e em todas elas um ponto em comum. A parceria entre o Armador e Tom Thibodeau, os dois trabalharam juntos em todas as franquias que Thibs passou (Bulls, Wolves e agora o Knicks).

Toda boa história tem: Um começo intenso e uma tragédia.

Os três primeiros anos de D.Rose na NBA, foram incríveis. Os fãs do Chicago Bulls ficaram admirados, sonharam com uma nova dinastia comandada por Rose, em um elenco que em 2011, que tinha nomes como Luol Deng, Carlos Boozer, Joakim Noah e Taj Gibson.

Precisamos falar aqui do que foi a temporada 2010/11 do armador que ganhou o apelido de Wind City Assassin. 81 Jogos disputados na temporada regular, todos como titular além de 16 na pós temporada, também como titular. O Bulls foi líder da Conferência Leste, com a melhor campanha da história, disputando a final de conferência com o Miami Heat.

Naquela temporada Derrick Rose, foi o MVP da temporada regular – o mais novo da história da NBA. Tom Thibodeau o técnico do ano e o torcedor do Bulls feliz, porque iria ver a franquia em um caminho que tinha saudades o dos títulos da NBA.

Em 2011/12, o torcedor do Bulls estava cheio de esperanças, afinal, é uma nova chance. Mas o MVP rompe o Ligamento Cruzado Anterior, foram 39 jogos e a decisão de não jogar a temporada 2012/13. Além de ter participado somente de 10 partidas na temporada 13/14, depois de duas lesões no Menisco.

O que era para ser uma grande história de conquistas e vitórias, nunca mais foi a mesma e em 2016, Derrick Rose vai para o Knicks (sua primeira passagem) e depois disso. A carreira de Derrick Rose sofre com altos e baixos, mas Tom Thibodeau sempre esteve de olho.

Thibs sempre esteve lá por Rose

Podemos dizer que a carreira de Derrick Rose teve três grande momentos em números – Bulls, Knicks e Wolves – o primeiro deles sem dúvidas a primeira metade de sua passagem pelo Bulls, entre as temporada 2010/2011 até a lesão na temporada 2012/13. A temporada de MVP de Rose, foi a única temporada em 13 anos de NBA, em que o armador jogou uma temporada completa.

A primeira passagem pelo Knicks, por mais que repleta de mistérios e polêmicas, como o sumiço de Derrick no meio da temporada, foi uma temporada boa em números. Foram 64 jogos, com médias de 32,5 minutos, 18 pontos de média e um aproveitamento de 47% dos arremessos de quadra.

Uma breve passagem pelo Cavs de LeBron, colocou o armador no Timberwolves de Thibodeau em 2018. Na temporada 2018/19, um novo auge, com direito a Career High e Buzzer Beater, com 50 pontos contra o Utah Jazz, no dia 31 de Outubro de 2018. Nessa temporada Derrick Rose, terminou com as médias de 27,3 minutos, 18,0 pontos e com 48,2% de aproveitamento dos arremessos de quadra.

Nesse momento vocês estão pensando na temporada 2019/20 de Rose no Detroit, onde ele teve 18,1 pontos de média, em 26 minutos jogados e o seu melhor aproveitamento da carreira com 49% dos arremessos de quadra convertidos. Essa temporada será lembrada, inclusive o prêmio de jogador que mais evoluiu foi questionado aqui. Mas Nesse momento Derrick Rose, aos 31 anos não é mais unanimidade no Pistons, motivo qual Rose foi reencontrar Thibs no Knicks.

Tom Thibodeau e Derrick Rose, a sinergia de uma nova história

Fevereiro veio com um balde de água fria em muita gente que sonhava com uma troca por Derrick Rose, afinal, toda franquia da NBA iria querer um sexto homem com o potencial e a experiência de Derrick Rose. Quantos jogadores você consegue pontuar que com 26 minutos de média, fazem 18 pontos, saindo do Banco?

Tom Thibodeau já falou que inicialmente o jogador iria sair do banco, por mais temporário que isso possa parecer, não foi bem assim no Wolves. Mas o importante aqui é Rose é o homem de confiança de Thibs, que precisava de um armador experiente para fechar seus jogos e já vimos isso acontecendo no Wolves, ou seja, Rose é a solução dos problemas de Thibodeau.

Claro que ao falar de Rose no Knicks, muita gente se pergunta sobre Nova Iorque, os problemas que o armador teve no passado, o sumiço e os problemas com saúde mental agravados no NYK, mas agora Rose tem Thibodeau.

Derrick Rose e Tom Thibodeau tem história, se conhecem e se entendem. Rose ainda se reencontra com Taj Gibson mantendo esse ambiente de certa maneira, ainda mais familiar. Agora o fã saudosista de Basquete, ou do próprio Bulls pode sonhar em ver novamente Joakim Noah jogando com Rose e Taj, porque não?

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