Cada uma das 27 federações filiadas possui sua história e contribui para o desenvolvimento do basquete nacional. Na Federação Mineira de Basketball, o presidente Álvaro Cotta Teixeira da Costa faz um balanço do basquete mineiro em 2014 e dos planos para 2015, além de explicar algumas prioridades da sua gestão, em um bate-papo publicado no site da CBB.

O presidente da FMB confia que Minas Gerais retomará a tradição na formação de atletas e conquistas nacionais nos próximos anos. Para alcançar a meta, a concentração dos investimentos da entidade foram para o Mini Basquete e o Sub-13, nos últimos dois anos, o que deverá garantir a retomada a partir de 2016. O objetivo do dirigente é incentivar a prática do basquete entre meninos e meninas de clubes, escolas e projetos sociais. Confira um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pelo presidente Álvaro Cotta.

Balanço da temporada 2014.
Foi altamente positivo, com avanços em muitos projetos dentro do nosso planejamento. Temos muitos motivos para acreditar que Minas Gerais retomará a tradição na formação de atletas e conquistas nacionais nos próximos anos. Porém, alguns resultados podem vir na próxima gestão que se iniciará em 2017, com uma nova diretoria. Os pontos fracos de 2014 ficaram com nossas seleções estaduais, mas a concentração dos investimentos no Mini Basquete e no Sub-13 nos últimos dois anos vão garantir a retomada a partir de 2016.

Quais as competições que mais se destacaram em 2014?
Conforme nosso planejamento, um dos pilares é a massificação e os destaques foram os Festivais de Mini Basquete e o Campeonato Estadual Sub-13. Conseguimos expandir os Festivais de Mini Basquete para o interior do estado, totalizando mais de dez eventos em Belo Horizonte, Uberlândia, Sul de Minas e Juiz de Fora. Desde 2001 já envolvemos 19 mil crianças de oito a 12 anos com este projeto, cujo principal objetivo é incentivar a prática do basquete entre meninos e meninas de clubes, escolas e projetos sociais. O Estadual Sub-13 é a nossa grande aposta desde 2013, pois nessa categoria conseguimos saltar de sete para 43 equipes no estado em apenas dois anos. Esse resultado foi alcançado graças à parceria com a Federação de Esportes Escolares de MG e o subsídio das taxas de arbitragem para os clubes e as escolas.

Como está sendo desenvolvido o trabalho nas categorias de base?
O planejamento consiste em três pilares: a massificação da prática, a capacitação dos profissionais e a evolução técnica. Todo o esforço e os recursos estão direcionados para a implantação de estratégias para as categorias de Mini Basquete até o Sub-15. Além da consolidação dos Festivais de Mini Basquete e do crescimento expressivo do Sub-13 em 2014, agora vamos trabalhar na transição destas conquistas para o Sub-14 e Sub-15. O nosso objetivo é alcançar 68 equipes de 13 anos em 2016 e 40 Sub-15.

E nas competições adultas.
A categoria adulta é um grande desafio, pois temos que conciliar diferentes realidades. Há dois clubes que fazem investimentos visando o NBB, outros montam o adulto pensando em nível estadual e alguns são temporários para competições pontuais. Acredito que uma solução seja a realização de Copas Regionais entre Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal e outros estados interessados.

Os planos para a temporada 2015.
A expansão dos Festivais de Mini Basquete para todo o estado, a consolidação da parceria com a FEEMG no Sub-13, o aumento de participantes no Sub-14, o aumento dos subsídios para os clubes e as escolas e o Programa de Desenvolvimento do Basquete. Este programa terá a coordenação direta do instrutor de basquete argentino, Professor Ricardo Bojanich, que conduzirá diversas atividades de capacitação dos treinadores e dos atletas de 12 a 15 anos. A permanência do Bojanich em Minas Gerais ao longo de 2015 nos permitirá acelerar o desenvolvimento do basquete mineiro.

Interessante, muito interessante.
Investimento no Mini-basquete, mais uma vez a escola argentina de basquetebol envolvida no desenvolvimento do basquetebol brasileiro, a idéia dos objetivos das equipes mineiras e uma competição com clubes de outros estados, muito interesante.
Porque se pegarem Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília, tem pelo menos 5 equipes que disputam o NBB.
O nível da competição seria outro.

É isso!

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Até+

Diego Silver

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